Meu primeiro vídeo indiscreto


E na minha época de jovem submissa…

– Por favor, senhora, eu não queria que gravasse.

– Fica calma, putinha. Eu juro que não vou mostrar para ninguém.

Ligou a câmera digital. O banheiro estava muito escuro. Pegou uma luminária e colocou do meu lado, em cima do vaso sanitário. Já estava de quatro, despida, com o corpo molhado e tremendo de frio ou de medo. Ouvi um barulhinho, era o sinal de que estava gravando.

– Passa lubrificante no seu cu.

– A senhora está gravando?

– Anda logo, passa!

Despejei bastante nos meus dedos e esfreguei atrás de mim. Obedecendo outra ordem, enfiei um pouco os dedos para lubrificar dentro também.

– Abre a bunda e mostra o cu.

Silêncio. “Se eu não fizer tudo que ela mandar, vou ser abandonada que nem aconteceu com a outra. E eu gosto quando ela me domina. Mas e se alguém que conheço ver esse vídeo? Imagine se a minha namorada visse? Ela vai poder usar esse vídeo para me chantagear a hora que quiser. Será que ela vai colocar na internet? Acho que é muito cedo para a gente fazer isso. Eu ainda não confio muito nela. Bem, eu não fiz quase nada de errado, ela deve gostar de mim. Não tem motivo nenhum para querer me prejudicar. Por que será que ela faz tanta questão de gravar?  Agora também não adianta nada, já começou a gravação. De certo nem vai aparecer o meu rosto, mas eu deveria ter escondido de algum jeito as tatuagens”, pensei.

Essas divagações se seguiram enquanto afastava minhas nádegas para expor meu ânus. Fiquei algum tempinho assim, esperando ela ajustar o zoom para focalizar o meu buraquinho. Comentou sobre este, mas não consegui ouvir na hora, nem entender depois que assisti ao vídeo. Me entregou um frasco de desodorante envolto num preservativo.

– Enfia tudo isso no seu rabo.

Era grosso demais, não consegui introduzir mesmo lambuzando-o todo de lubrificante. Considero que essa cena representa o início do meu interesse por dilatação anal. Talvez seja esse o motivo de ela querer filmar, para acompanhar a evolução desse processo. Mas ao longo do tempo em que estivemos juntas, ela gravou muito mais do que o alargamento das minhas pregas.

– Vai tentando abrir o cu com os dedos.

Comecei tirando e colocando dois, três dedos. Depois penetrava dois dedos de cada mão e puxava como se quisesse rasgá-lo. Gemia expressões de dor que poderiam ser facilmente confundidas com as de prazer. Não estava abrindo muito por me sentir tensa na situação. Para superar isso, fiquei alguns minutos no vai e vem com os dedos até conseguir relaxar meu esfíncter.

– Já chega, vadia! Agora enfia o desodorante no cu.

Fazia toda a pressão na entrada do meu ânus, mas não dava para introduzir. E seguiram-se dores, dores, muitas dores na região do rego. Minha porta dos fundos estava bem lacrada naquela hora por não conseguir lidar com o inconveniente terrorismo psicológico arquitetado pela minha domme.

– Então fica agachada e senta com força no desodorante.

Fiquei de cócoras, abri ao máximo o meu bumbum, fiz uma pressãozinha para fora e alinhei a extremidade do frasco com a entrada do meu anel. Dessa vez os gemidos de dor/prazer foram mais intensos, mas subitamente foram abafados pela forte penetração do objeto fálico. Voltei à minha posição de cadelinha e fiquei penetrando-o com força, mesmo sentindo certas partes ardendo.

– Deixa a bunda bem aberta.

Foi o que fiz: afastei ao máximo as minhas nádegas. E, sem que eu esperasse, ela retirou de uma vez meu improvisado dildo de dentro de mim. Consegui deixar o buraquinho anal aberto por alguns segundos. Quando fomos assistir ao vídeo juntas, ela me saturou mostrando essa cena umas cinco vezes.

– Gostou do seu cuzinho aberto desse jeito, putinha?

– Gostei sim! Mas agora eu vou querer bem mais…

(Sobre a autora, clique aqui)

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6 comentários sobre “Meu primeiro vídeo indiscreto

  1. Acho um absurdo o que fizeram contigo, Ayana. Se fosse com sua aceitação, tudo bem; mas dessa forma não. Não se deve confundir dominação com humilhação extrema e sem aceitação prévia da outra pessoa.

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