Aqueles que saem desvirginados – 2ª parte


Deixo aqui todo o meu incentivo para que os rapazes ainda virgens, principalmente os mais tímidos, que não descartem a possibilidade de perder o cabaço com uma garota de programa. Por razões óbvias, aquela história de que a primeira vez tem que ser com o amante só faz sentido quando aplicada à virgindade feminina. Tudo bem, a primeira vez dói mesmo, mas em compensação, a mulher se liberta, em especial de alguns moralismos. Em geral, quem fez uma vez, não se sente mais tão culpado em repetir a dose. Pode parecer incoerente escrever isso, mas mesmo tendo transado milhares de vezes, ainda hoje sinto um tantinho de remorso.

Enfim, não querendo parecer corporativista – até porque não sou nenhuma entusiasta em defesa da minha categoria -, acho bastante válido que pelo menos um “test drive” seja feito primeiro com uma profissional do sexo. Ainda mais com esse bando de garotas que se acham professoras (algumas mais velhas poderiam até ser tituladas como doutoras) de prática sexual. É bem gozado isso; se houvesse um curso para atividades sexuais, acho que eu teria pelo menos uma pós-graduação em sexo oral.

Admito que para essa matéria sou uma péssima professora, uma vez que a maneira como eu gosto que façam comigo deixaria boa parte das moças espantadas. Então o interessante mesmo para esses marinheiros de primeira viagem é já ter uma noção do que esperar de uma mulher na cama. Assim, é importante que eu ofereça um gostinho das principais formas de se excitar alguém.

Depois de suas mãos explorarem meu corpo é a minha vez de usar as minhas para acariciar o pênis. Fica mais interessante ainda quando um toca o outro simultaneamente. Alguns poucos garotos não conseguem se conter nessa hora e logo ejaculam. Não tem importância, eu volto a estimulá-los tudo de novo.

Terminada aquela breve masturbação, começa a minha especialidade: sexo oral. Nessa fase, o risco desses mancebos gozarem é bastante alto. Estou lá, compenetrada, chupando bem levemente seu sexo e, de uma forma ágil e um pouco inesperada, ocorre de minha boca ser tomada por um volume de esperma meio minguado. Minha reação é sempre a mesma: faço uma expressão de paisagem para insinuar que esse incidente é perfeitamente normal. Meu maior cuidado é para nunca deixá-los constrangidos. Mesmo com esses previsíveis imprevistos, continuo meu trabalho.

Muitas prostitutas, nessa e em outras situações, se esforçam para os homens atingirem o orgasmo em tempo recorde. Para pessoas inexperientes, acho que tal atitude demonstra até mesmo uma falta de caráter da parte delas. Geralmente, consulto a preferência de meus consumidores. Não me julgaria uma boa profissional por fazê-los gozar em menos de dez minutos. Para mim, o prazer é acumulativo. Tendo isso em vista, dou o melhor de mim para que o indivíduo seja excessivamente abastado por essa sensação, antes que ela tome uma forma viscosa.

(Sobre a autora, clique aqui)

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2 comentários sobre “Aqueles que saem desvirginados – 2ª parte

  1. lendo aqui … me imaginei na primeira vez tendo que fazer um sexo tantrico com horas de duração e ejaculação a seco… ehehehe …

    talvez a vida sexual seria bem mais resolvida hoje…

    Beijos..

    òtimo texto

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