Cultivando o prazer que aflora por trás


Já ouvi algumas pessoas afirmarem que só mulher vagabunda dá o cu. Não estou de acordo com essa generalização, ainda que eu seja um caso em que essa regra se aplica. Eu comecei a liberar a passagem atrás para todo mundo justamente para me afirmar como uma vadia singular em meio a tantas boqueteirazinhas. Sou competitiva e precoce: comecei a fazer anal com uns 14 anos, na hora da masturbação mesmo. Lavava o cuzinho, passava sabonete nos dedos e ia enfiando: um, dois, três dedos no máximo, enquanto minha outra mão friccionava o meu clitóris. Não tardou para apelar aos objetos fálicos improvisados – geralmente uma cenoura – e só depois dessa fascinante fase de descobertas liberei meu botãozinho para um garoto.

Sou um perfil de garota abençoada por conseguir gozar com sexo anal. Assim como qualquer prática que me proporciona prazer, dar o rabinho também se tornou uma obsessão. Por efeito, permiti que toda variedade de pênis tivesse a oportunidade de explorar o meu bumbum. Faço anal sem muitas restrições; resultado de vários anos investindo em novas experiências no meu ânus. Logo, a principal perversão que começou a parasitar minha mente foi o meu desejo de praticar dilatação anal. Doía bastante e às vezes machucava, mas isso só contribuía para intensificar o orgasmo de uma puta masoquista. Hoje, com algum constrangimento, admito que meu cu é bem arrombadinho… e é também nessa configuração que ele me oferece prazeres mais intensos.

(Sobre a autora, clique aqui)

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15 comentários sobre “Cultivando o prazer que aflora por trás

  1. Caraca Ayana…rs. Nunca tinha visto tanta objetividade em falar desse tabu, sério. Tenho várias amigas, muitas delas GP’s, e já pintou conversas sobre esse tema. Nenhuma chegou a me afirmar que chegou a praticar, quando muito que se tratava de uma consequência das solicitações dos companheiros ou dos clientes. Agora a curiosidade é saber se o gozo acontece sem que haja a masturbação?

    • Oi Dimittri!
      Bom as minhas amigas GPs são bem pervertidas, todas fazem sexo anal com alguma frequência. Muitas declaram que não gostam muito. Eu só digo que gosto sem desenvolver muito o assunto com elas. Fico meio envergonhada…
      Eu consigo gozar sem masturbação e com sexo anal, mas é bem mais trabalhoso.
      Beijos, beijos, beijos!
      E volte sempre, sempre, sempre!

    • Oi, Henry!
      Legal, parece que você já leu bastante coisa aqui no blog. Ainda assim, leia mais, comente mais e me visite mais =)
      Também fico agradecida pela sua atenção, pelo seu comentário e pela sua visita.
      Ah, eu tive outros encontros com aquele cliente down, mas vou deixar para contá-los mais para frente.
      Beijo, beijo!

  2. Toda generalização é burrice; logo não é coisa de vagabunda, pois dá o cu é um ato de amor/prazer da mulher que o faz. O rótulo de “vagabunda” é puro preconceito e machismo. A mulher tem que assumir total posse do seu corpo e dele fazer o que quiser.Em pleno século XXI, eu não aceito esses rótulos absurdos e os tabus que visam bloquear ou limitar o uso do prório corpo como eterna fonte de gozo!!!! Parabéns Ayana pelo post.

  3. desculpa ayana? mas eu tenho que me desabafar, pra vc ter ideia minha mulher esta com muita dificuldade no sexo tudo pra ele é tabu, até pra se masturbar na minha frente ela fica sem graça e não consegue e tambem ela é muito boa de cama deita e dorme rsrsrs ,as vezes ela tenta melhorar vai passando os dias e ela esquece de tudo e volta a ser o que ela é, pra falar a verdade to quase desistindo

    • Oi, Thiago!
      Já ouvi essa história de vários clientes!
      Meu conselho é descobrir pelo que ela se interessa no sexo e a partir das preferências dela, explorar aos poucos outros jeitos de transar. Acho que a conversa tem que ser bem aberta, natural.
      É importante lembrar, que é um conselho de alguém apaixonada por sexo e que nunca foi casada – ou seja, não tenho nenhuma autoridade.
      Beijinhos!

  4. Oi tenho corpo musculoso, pele clara, olhos castanhos claros, educado, culto, higiênico, limpo, com local para encontros.Tenho uma amiga/amante, loira, xana e cuzinho rosinha, que adoraria conhecer vcs. claudiosorocaba@bol.com.br Adoro longas preliminares, demoradas penetrações, para se sentir arrombada, saciada, abusada, para voltar gozada e com cheiro de meu pinto espalhado pelo corpo todo.

  5. Muito interessante e me identifico bastante embora ñ sou uma gp , sou separada atualmente e apenas gozo com anal e ñ há necessidade de estímulo apenas o sexo anal em si me enlouquece de tesão.

  6. Sou casada, sem filhos, tenho 27 anos, desde os 12 faço sexo anal e acho mesma que acabei ficando viciada como muitas amigas minhas.Na verdade, tenho orgasmos alucinantemente grandes, demorados e envolventes, muito diferentes de quando faço sexo vaginal. Me sento como se estivesse nas nuvens, e uma coisa esquisita começa a subir por minhas pernas e tomar conta do meu corpo me invadindo toda, o coração dispara, a boca fica seca e gozo horrores. Uma curiosidade é que desde menina, sempre tive “sorte” com o dotados (graças a Deus) e meu marido é um deles rsrsrs! Fazemos umas quatro vezes na semana e é sempre a mesma sensação incrivelmente parecida como se fosse a primeira vez. Umas colegas se preocupam em ficar mais abertas atrás, mas isso não me passa pela cabeça, porque o prazer que sinto fazendo anal compensa. É muito bom mesmo! Demais!

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