Interesses sexuais pelos meus professores


Descobri, muito cedo, que sou bem problemática. Minha periquita não sossegava nem mesmo no colégio, um ambiente muito inspirador para as indecências que se agitavam na minha imaginação. Nunca fui sinônimo de bom comportamento nas aulas, já que frequentemente me entregava ao sono. Ainda assim, eu tinha uma boa reputação entre os meus colegas, de modo que muitas sacanagens que eu planejei fazer no colégio não se concretizaram por medo dos possíveis comentários maldosos que espalhariam sobre mim. Era desgastante ter que me policiar o tempo todo, mas no final das contas havia apenas um boato na escola de que eu era lésbica; uma calúnia pequenininha se considerarmos a minha patente de vadia mor.

Não fico reconhecendo os meus méritos, mas acho que mereço os parabéns. Não sei se vocês imaginam como era difícil para eu me passar por uma moça decente. Dormia ainda com o sexo impregnado no corpo e na manhã seguinte precisava desenterrar a castidade que me acompanhou numa época recôndita da minha vida. Tudo para compor uma aparência, enquanto, de fato, meus pensamentos se esbaldavam em orgias ininterruptas. Todos os professores estavam convidados para foder comigo em alguma das salas de aula – de preferência em uma onde meus colegas estivessem estudando. Pois é, ao invés de fazer algumas anotações pertinentes sobre as matérias, minha mente trabalhava na criação da imagem de como seria o órgão genital daquele que estava ministrando a aula.

É triste, mas é a verdade: meus professores eram pouco atraentes e, pensando bem, o que mais me interessava neles – isto é, o falo – era perceptível apenas no volume das calças e na minha imaginação. Também contava a seu favor a idade avançada, porque já fui bastante fascinada por homens bem mais velhos, embora não gostasse de admitir isso. E o pior de tudo é que eu fantasiava relações sexuais com os professores que eu menos gostava. Algumas vezes tinha que me aliviar um pouquinho no banheiro, porém geralmente não chegava a gozar. Era muito fácil cortar temporariamente o tesão; bastava eu me perguntar: “Ayana, que porra é essa que você está pensando?”. E depois de me autorreprimir impiedosamente, me esforçava para prestar atenção apenas na explicação do professor. Pervertida que sou, nem sempre dava muito certo.

(Sobre a autora, clique aqui)

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12 comentários sobre “Interesses sexuais pelos meus professores

  1. Olá.
    Olha, eu adorei seu Blog. Você escreve muito bem .
    Os seus posts, são do tipo que prendem a atenção do leitor .
    Ganhou mais uma leitora, ja li diversos posts, e estou encantada.
    Voce está de parabens .

    beijoo :*

  2. Olá, ínfima!

    Sou o Salsicha! Só agora em 23 de março você respondeu a uma mensagem que eu havia deixado, em outro canal…

    Lembro que, um tempo depois, andei lendo outros textos seus e fiquei um tanto desencantado. Na época, conforme fiz a leitura passou uma impressão negativa demais da freguesia, se é que podemos chamar assim.

    Mas é muito bom saber que esta sua iniciativa não foi só um vôo de galinha, fogo de palha… Adoro o conjunto de sua obra.

    Achei seu texto de hoje super “providencial” – por “e mail” te digo por què.

    • Oi, Salsicha!
      Eu sempre sou muito enrolada para responder e-mails, comentários etc.
      Fiquei muito contente de saber que você mudou sua opinião com relação ao blog. Eu acho que sei qual post não lhe agradou. Em geral, eu não tenho uma concepção negativa dos clientes. Acontece que na maioria das vezes eu escrevo aqui sobre clientes não muito bons.
      Ainda estou esperando que me explique porque achou esse texto “providencial”! ^^
      Muito obrigada pela sua visita!
      Beijos!

  3. Oi ayana…sou um dos teus fãs…gosto muito da tua escrita e da forma q tu misturas uma linguagem mais “culta” com uma mais “boca suja”…
    Parabéns…ah gostaria d saber como entro em contato cntg…

    • Olá, Steven!
      Fico feliz que tenha gostado da maneira como eu escrevo. Eu não sou muito de falar essas palavras chulas, mas sempre estou pensando nelas. Então na hora de escrever o resultado é esse que você bem notou.
      Com relação ao contato, bem… prefiro não disponibilizá-lo no blog.
      Obrigada pela sua visita! Sempre será bem-vindo aqui no meu cantinho.
      Beijo, beijo! =*

  4. Adoraria ter sido um dos teus professores, teria reconhecido esse teu interesse no teu olhar e hoje você teria um post a mais para escrever sobre essa sua época escolar.

    Beijos delícia.

    • Olá, Del!
      Bom eu acho que os professores nunca notaram o meu interesse, embora tivessem dois que implicavam constantemente comigo, mais do que com as outras meninas da sala. Seria um bom alvo a se investir, se tivesse sido mais ousada. Em compensação, todas as safadezas que eu não fiz na escola, eu realizei nos meus dois anos de cursinho, principalmente no último. Aí sim, ainda tem bastante história para contar ^^
      Beijinhos e obrigada pela visita!

  5. Em minhas andanças pela net acabei caindo de para-quedas em seu blog. Para minha grata surpresa, não encontrei um lugar de textos baixos e vazios de conteúdo, pelo contrário, uma boa escrita, um texto interessante, vou passar a acompanha-la…. bjos!

    • Oi, Arauto!
      Seja bem-vindo ao “Minhas confissões mais íntimas” e sinta-se em casa!
      Eu acho que tem muita gente como você que encontra o meu blog de forma inesperada. Inclusive, eu vejo nas estatísticas, que tem pessoas que fazem umas pesquisas muito engraçadas no Google =)
      Fico muito agradecida pelos elogios!
      Beijo, beijo! =*

  6. Oi Ayana, me identifiquei muito com que vc escreveu. Na faculdade me peguei varias vezes olhando diretamente para a calça de alguns professores e imaginando mil coisas. Sou muito tímida e acho que isso atrapalhou muito minha vida, só tive 3 namorados até hoje. A maioria dos meu professores já estavam na casa dos 50 anos e só um era gato. Me lembrava todo dia dele no chuveirinho. rsrsr. Mas foi justamente um dos mais velhos que percebeu meus olhares indiscretos e um dia me pediu para ficar depois da aula para falar da minha nota, que por sinal tinha sido muito baixa. Conversa vai conversa vem ele não tirava o olho do meu decote e das minhas pernas. Quando ele se levantou vi o volume na calça dele e isso me deixou muito excitada. Claro que disfarcei mas passei a ver ele de forma diferente nas aulas e no chuveirinho. Na semana seguinte (véspera das provas) ele me perguntou se eu queria uma aula de reforço na casa dele. Pensei muito e acabei achando que tudo aquilo era minha imaginação e eu precisava mesmo da aula de reforço. Fui e ele me recebeu de bermuda e camiseta. Sentamos na mesa e depois de 15 minutos de aula já estávamos no maior amasso. Fomos para cama e ele realizou tudo que eu imaginava durante as aulas. Ficamos nos encontrando quase todos os dias durante 4 anos até eu me formar. Depois veio o trabalho e cada um seguiu seu caminho na vida. Mas me lembro com muita saudade desse tempo.

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