Crueldade contra um pênis indefeso


Tenho vontade de dizer aos meus clientes que gosto de apanhar durante o sexo. Só alguns poucos, aqueles que conquistaram a minha confiança, sabem desses segredinhos que tanto me estimulam. Não bastam uns tapinhas no bumbum; é preciso bater com vontade, até com um pouco de violência. É uma informação muito, muito confidencial. Imagine se todo dia um cliente resolve me bater? Teria que me aposentar por invalidez, deixando muitos senhores desconsolados e talvez um pouco menos endividados. Quando estou apanhando, conheço bem os meus limites para que uma prática fetichista não acabe em caso de polícia. Eu gosto do caráter de ser vítima, porque me absolve dos meus frequentes julgamentos de culpa. Mesmo quando sou eu quem espanca um sujeito durante o meu serviço, não me sinto muito culpada. Eu não queria fazer isso, mas sou uma vítima da minha ingrata profissão e, consequentemente, das vontades masoquistas de alguns clientes.

Se eu estiver absorta num raro orgasmo intenso e constante, fico bastante inquieta e começo a apertar, arranhar e morder meu parceiro, como um canal por onde meu êxtase possa fluir. Gosto do sexo agressivo sobre o meu corpo, em contrapartida, geralmente trato o corpo alheio como se fosse de veludo. Por mais que eu compreenda o lado masoquista da relação, afinal é este a que pertenço, sou excessivamente cautelosa na hora de aplicar umas bofetadas em terceiros. Os masoquistas sempre me pedem para torturá-los com vontade, mas, atenção, não tenho vontade de torturar ninguém (além de mim mesma). Não estou mais falando de tapinhas e mordidinhas no bumbum, mas sim de chutes e pisadas no pênis e nos testículos.

O primeiro programa que fiz com o Arnaldo foi bem divertido. Ele deitou com a barriga no meu colo, e eu lhe apliquei várias palmadas nas nádegas e enfiei o meu dedo no seu ânus. Quando segurei seu bingulinho, ele me pediu para esmagá-lo. Enquanto o apertava, ficava bem atenta às reações do meu cliente e parava sempre que ouvia um pequeno gemido agonizante. Bom, eu não tenho um pipi, por isso não dá para dimensionar a dor do sujeito. Mas eu penso que deva doer muito, porque as bolas me parecem bem delicadas e tal… enfim, eu me lembro de que o seu bilau estava tão flácido que tive que me conter para não puxá-lo para fora. E ele implorava: “Aperta com mais força! Aperta com mais força!”. Esse pedido repetitivo já estava, não literalmente, me enchendo o saco. Já basta! Para calar sua boca, apertei, de uma vez só, bem forte os seus colhões durante uns cinco segundos. Depois ele precisou de um tempo para se recuperar e não quis mais que eu brincasse com a sua bisnaguinha.

No final do programa, Arnaldo me disse que havia gostado de tudo, mas não senti muita confiança em suas palavras. Será que fui tão violenta a ponto de esterilizá-lo? De verdade, fiquei um pouco preocupada, até que, umas semanas depois, ele voltou a me procurar. “Vou ter que ficar uns bons minutos esbofeteando essa bundinha”, foi o que pensei. Mas, não! Surpreendentemente, ele queria um programa muito mais “hardcore”. Deitou-se no chão com as pernas abertas; e foi quando comecei a chutar e pisar, usando uma sandália de salto fino, no seu cacetinho. Que aflição! Teve uma hora em que ele colocou seu pitinico sobre o criado e eu fui lá e… paft! Pisei com bastante força! Mas dessa vez eu estava descalça (ufa!). Já era mais do que suficiente; ainda bem que o convenci a dar um descanso ao seu amiguinho. Ele precisava de carinho, algumas lambidinhas seriam ótimas! Lambi, lambi, lambi, mas ele não se levantou. Já estava desmaiado. Talvez tenha entrado em coma! Mas, felizmente, sei que não morreu! Tive a oportunidade de bater nele outra vez.

(Sobre a autora, clique aqui)

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39 comentários sobre “Crueldade contra um pênis indefeso

  1. Oi… Boa tarde…
    Kkkkk esse fetiche do arnaldo eh meio loco… Pena q vc pisou descalço no biquelinho dele…kkk
    jah li tudo seus postes e adorei mto, vc escreve mto bem e eh mtoo interessante, to aprendendo mta coisa em seu blog… (axo q to apaixonado)
    bjooo e se cuidaaa bequena boneca.

    • Oi, Jean!
      Ai, eu me lembro de que foi horrível a sensação de pisar descalça com força no pênis dele. Mas pelo menos assim, eu não o machuquei.
      É incrível que você tenha lido os meus posts e, ainda por cima, tirado algum aprendizado deles =P
      Obrigada pelas gentilezas!
      Beijinhos e tenha um bom dia!

  2. Oi princesinha

    ‘Tadinho do Arnaldo!! Ele ultrapassou demasiado seus limites, apesar de não ter nada de mau tirar prazer da dor há que saber quando estamos danificando seriamente nosso corpo! Umas nódoas negras não são nada! Mas um homem estéril devido aos seus fetiches sexuais é muito mau… Acho que fez muito bem em ter parado por ali…

    Beijinhos e boa sorte na realização de suas fantasias!! :)

    Soraia

    • Olá, Soraia, tudo bem?

      Eu acompanho o blog de Ayana há algum tempo e em meio a tantos comentários sempre leio os seus. Gosto muito da forma como você se expressa, o cuidado que você tem por ela, pela forma como a trata, com muito carinho e respeito. Eu já havia comentado com a princesinha sobre você e agora estou reservando este comentário para você. rsrs.

      Espero encontrá-la sempre por aqui com seus comentários que sempre têm ajudado a tornar este espaço muito gostoso. Cuide-se bem. Beijos!

      • Oi Christian,

        Muito obrigada pelas suas palavras. Alegra-me saber que não só a princesinha gosta do que escrevo como também um de seus leitores!! :)

        Eu devo muito a essa menina a nível psicológico, porque foi a partir deste blog que me apercebi de como a vida de uma garota de programa é e que pude deixar essa discriminação de lado. Além disso, me ajudou a entender que não sou a única a ter pensamentos sexuais que eu considerava impróprios! Por exemplo, tal como a princesinha, gosto de ser maltratada na cama, mas isso para mim era algo que me repugnava e inibia o mais que podia! Pensava “Isto não é normal” e tentava reprimir este e outros pensamentos. Foi graças a este blog que realmente percebi que era tudo normal e que só tinha de jogar com os meus desejos e meu parceiro. Deixei de reprimir para abraçar tudo isto. É por tudo isso que nutro um carinho especial pela nossa “Ínfima Princesinha”. :)

        Mais uma vez, obrigada pelas palavras!
        Beijos grandes

        Soraia

  3. Olá, Ayana!

    Impressionante como o Arnaldo sente prazer em literalmente ser torturado dessa forma. Ele ignora qualquer lesão que possa “inutizá-lo” de vez, tudo pelo prazer que esta prática dá a ele. Definitivamente, não é algo que eu buscaria.

    Quando você disse “Eu gosto do caráter de ser vítima, porque me absolve dos meus frequentes julgamentos de culpa.”, isso me chamou a atenção. Em alguns outros posts você também deixa transparecer isso, o sentimento de culpa, mas ao mesmo tempo tudo isto te atrai de maneira muito intensa. É apenas uma simples observação, algo que tenho notado e só agora estou comentando em seu blog.

    Beijos, cuide-se bem!

    • Oi, Christian!
      Eu não fiquei muito surpresa com a preferência do Arnaldo, porque eu também gosto de ser torturada (só que de uma maneira bem mais leve).
      Sempre que eu faço algo que considero de alguma forma reprovável, eu mesma faço o papel de me acusar, tentar me defender, me julgar e aplicar ou não a punição. Agora, quando eu sou a vítima, não preciso seguir todo esse processo desgastante. Bom, agora eu noto como esse post mostra o que acontece no sexo quando duas pessoas “loucas” se relacionam.
      Obrigada por tornar o blog mais interessante!
      Beijo, beijo!

    • Oi, Jaque!
      Foi uma surpresa muito legal você ter indicado o meu blog. Foi numa boa hora, porque eu estava começando a me sentir um pouco desmotivada para continuar a escrever (tanto que produzi bem pouco no mês passado). Mas agora, tem muitas pessoas novas por aqui, e eu me sinto mais animada de novo =)
      Mais uma vez, muito obrigada pela ajuda de vocês dois!
      Beijinhos e muito sucesso! ;)

  4. Ayana,
    Sei que pode parecer, ou melhor, é bem invasivo o que vou te perguntar, mas visto que você compartilha seus sentimentos, você é feliz assim?
    Não entenda de maneira nenhuma minha pergunta como julgamento, só que diante de tantos relatos que acabei de ler não consigo nem passar perto da resposta. Talvez nem você né?!

    Parabéns pela forma como escreve.

    Com carinho

    • Oi, Isa!
      Se eu sou feliz? Hmmm…
      Eu acho que sim, mas não é uma felicidade plena. Sempre há algo que me perturba ou me faz falta. Na verdade, talvez, eu não possa dizer que seja feliz, porque a minha vida oscila bastante entre momentos bons e ruins. Ultimamente, os momentos bons são bem prolongados, mas eu sei que minha vida não está perfeita e que ainda posso melhorá-la. Eu só ainda não descobri exatamente como devo encaminhá-la.
      Grata pelo carinho!
      E beijos carinhosos!

      • Eu sinto que você se esconde atrás de sua profissão, porém você deve ser uma menina doce e amável, ora você quer algo sutil, ora “mazoca”.
        Estou lendo seu blog pela primeira vez hoje, e estou gostando muito.
        Só não entendi pq você amaria mais fácil alguém que te tratasse como vadia do que alguém que te tratasse como linda. Numa outra frase disse que tem dois lados, o sexual que é selvagem e o pessoal que é doce.
        Ganhou mais um seguidor.
        Beijos

        • Olá, Felipe!
          No meu cotidiano, eu me escondo mais por trás da profissão, mas aqui no blog eu tento justamente mostrar outro lado, embora muito associado à minha profissão.
          Então, quanto à questão de me apaixonar… bem, não é um requisito fundamental que me tratam como uma vadia, o mais importante é haver amor entre as duas partes. Porém, eu gosto de ser tratada com alguma hostilidade, então o ideal seria encontrar alguém que satisfezesse esses dois lados.
          Bom… achei que teve uma impressão legal sobre mim… obrigada!
          Beijos, beijos!

  5. Não Acho que ele vai Acabar com o Pênis dele Fasendo isso pois isso que ele possue é um Fetische Confesso que também tenho a mesma vontade , de ter meu pênis esmagado por pesinhos Femininos…
    Aposto que depois de Tudo Isso ele Tenha Gostado Bastante ^^
    Beijos Gostei mt do Seu Blog

    • Oi, Kaio Suzart!
      Bem, eu esperava que ele soubesse qual o seu limite, mesmo assim fiquei com medo de pegar muito pesado. Sei lá, se fosse só para bater no bumbum dele, tudo bem. Mas eu imagino que apanhar naquela região deve ser dolorido demais, demais. De qualquer forma, prefiro ser delicada com meus clientes!
      Beijos, beijos e volte sempre!

      • rs, as veses doi mais o àpice da dor masculina é nos testiculos a dor que sente no pênis nem se compara a dor nos testiculos mais enfim , já que você prefere ser delicada feis bem em convencer ele a parar

        Beijos

  6. legal, eu também tenho esse fetiche, confesso que quando uma garota pisa no meu pênis, a dor e suportável, mesmo pisando de sandália de salto fino! já fui pisado varias vezes! sempre consigo gozar sob os saltos! mas nos testículos deve doer demais!

    Uma abraço.

    • Oi, Paulo!
      Eu entendo que a dor pode proporcionar prazer, até porque sou um pouco masoquista. Porém como eu não tenho experiência em causar dor nas pessoas, sempre fico preocupada para não machucá-las. O bom é que eu descobri que até gosto de pisar de levinho no pênis dos clientes ^^
      Beijos, beijos!

  7. oi princesinha, olha o fetiche do arnaldo e indentico ao meu adoro ter um pesinho feminino, pisando meu penis a ponto de esmagar ele, tenho tambem junto com esse, o fetiche ser castrado, mas tambem de uma maneira especial se queser saber mande um e-mail ou pessa para colocar aqui no seu blog que eu adoro, mil bjjjjs para vc

    • Oi, Joselito!
      Esse fetiche de sentir o pênis ser pisoteado é até bem comum. Vários podólatras que eu atendi o tinham. A diferença é que o Arnaldo era bem masoquista.
      Acho que seria muito legal se você compartilhasse esse seu fetiche aqui no blog! Ficarei aguardando sua mensagem!
      Beijinhos!

  8. Ayana do ceu to apaixonada pelo o seu blog , sinceramente , mt mara seus posts ,e esse Arnaldo, nao tem amr pelo o que tem no meios das pernas kkkkkkkk mais eh assim mesmo, cada um com suas manias .

  9. Oi Princesinha, eu acho que se o Arnaldo teve prazer nessa dor, valeu qualquer dor que seja supera pelo prazer compensa pis na realidade é como vc estivesse anestesiado, nao tem dor e sim tesão, digo isso pois conheço bem esse assuntoe pra mim o Arnaldo só experimentou um lanchinho, eu adoraria ter uma Princesinha bem de aspecto fragil e delicado tendo todo o poder sobre mim e não pisando, usando our]tras coisas para me fazer sentir meu tesão que ligado a dor, totalmente consentido e caso isso ainda lhe der algum prazer , ai é perfeito,e mereceria receber um belo tributo por ter dadoa honra de ser seu escravo e poder lhe servir como uma Rainha, afinal, a grande sensaçao da humilhação se potencializa quando vc retribui sua Rainha pela priveligio de sofrer na mão dela , se torna muito mais excitante , como se fosse um tempero,quanto mais se sentir submisso mais ume scravo deve retribuir sua senhora, o Arnaldo , esta no jardim de infância qunato aaaao tema de dominação, eu ja estou num estágio bem mais avançadoe e adoro fazer com mulheres com aspecto físico como o seu

  10. pópópópópó pará, bicho! pisar com salto fino no…. cara, isso doeu em mim! tá aí uma coisa que eu nunca fiz e nunca, never, jamé conseguiria fazer na minha vida: agredir um pobre pau indefeso.
    Caralhos despertam em mim um sentimento reverencial: pela sua beleza, pela sua funcionalidade, pelo seu poder.
    ó, vou dizer um negócio: coragem a sua, hein!
    sorte e saúde pra todos – e recomendações ao seu amigo!

  11. Gostei muito dessa postagem, lembro da primeira vez que pedi para uma amiga minha fazer a mesma coisa comigo (pisar no meu pênis), ela não contou conversa mandou eu colocar o pênis no criado e pisou sem dó, doeu na hora, mas até hoje eu peço pra ela repetir esse ato, acho que tornou-se uma mania minha, ela se identifica muito com você, ela sempre tem medo para não me machucar, mas sempre pisa com vontade, gostaria de algumas sugestões, ser pisado com salto plataforma é mais prazeroso do que com salto agulha? gostaria muito de ler as demais postagens como irei fazer posteriormente e agradeço por ter postado essa “surra” no pintinho de Alfredo, já no meu a porrada come solta.
    Bju.

  12. E vc nao faz mais essas sessões ? Adoraria receber uma , de leve como vc gosta….
    Gostaria de receber outros golpes também, mas nao forte , sempre com carinho, mais com um pouco de dor também… chutes , joelhadas,socos e apertões . Seria muito bom… beijos

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