Fizeram xixi no meu blog!


Sou bem conhecida aqui na vizinhança pelo meu comportamento inadequado. Isso quer dizer que tenho uma péssima reputação. Notei que as pessoas não sabem me julgar direito, a maioria está enganada a meu respeito: eu sou muitíssimo mais pervertida do que imaginam. Um olhar superficial indicaria que sou uma vadia, ignorando com frequência o meu perfil de submissa, masoquista, fetichista, exibicionista, vulgar e inconsequente. Devo admitir que muitas das minhas confissões mais íntimas ainda não foram abordadas nesse blog. Paciência! Aos poucos, esse confessionário vai se tornando cada vez mais imundo, bem como sua autora.

Com o passar do tempo, minhas concepções de repugnância foram dissolvidas. É um movimento de se desprender de uma percepção socialmente construída, vivenciada sobretudo no imaginário, e apreendê-la a partir de diversos sentidos, como o tato, o olfato e mesmo o paladar. Minhas primeiras reações de asco provieram de diversas trepadas casuais. O sabor muitas vezes amargo do órgão genital não asseado, que anteriormente se esfregara na vagina e no ânus, permanecia na boca por onde o esperma havia escorrido. A mesma boca que tanto lhes beijava. Eram os beijos que marcavam o início da minha degradação, até eu me ver nua lá embaixo, deitada em algum canto, fedendo a suor e sexo. Era um caminho muito sujo até essa latrina, mesmo assim, volta e meia, terminava a noite por lá.

A grande quantidade de relações sexuais trouxe uma sensação de nojo de mim mesma. Meu corpo havia sido corrompido e, para tanto, restava-lhe o sexo como única utilidade. Uma vez que estava quase sempre conectada a relações sexuais, era como se essa sujeira moral fosse uma característica inerente a minha pessoa. Para reforçar esta constatação, havia algumas formas muito carinhosas para se referir a mim como submissa, tais como, porquinha, lixinho, vermezinho, merdinha. Enquanto eu era associada a tudo que havia de mais sórdido, minha ex-dominadora representava as qualidades mais edificantes. O que faria alguém tão imponente se interessar por uma coisinha insignificante? Pois este questionamento me encorajava a idolatrá-la e servi-la sem restrições.

Uma noite, era nessa época de festas de final de ano, ela me pediu para ir à sua casa vestida de uma forma bem elegante. Claro que passei algumas horas no salão de beleza e ainda escolhi meu melhor vestido para nos encontrarmos. Não sei por que, talvez pela ingenuidade, achei que fôssemos sair para jantar como um casal gay apaixonado. No entanto, mudei de ideia quando cheguei à sua casa e a ouvi dizendo que eu estava um pouco mais decente naquela noite. Como não quis beijar minha boca, eu me pus de joelhos e fiquei beijando seus pés. E ainda nesta posição, ela começou a amarrar meus pulsos, os braços, as pernas e os tornozelos.

Observando-me de cima, indefesa e ajoelhada aos seus pés, primeiramente minha dona cuspiu na minha face e em seguida me deu alguns tapas. Esfregou sua xana no meu rosto, enquanto eu tentava lhe fazer um oral. Nem bem havia começado a chupar, quando ela se afastou um pouco, abriu mais as pernas e começou a urinar sobre o meu rosto. Ela estava sorrindo… mandou-me ficar com o rosto parado e de boca aberta. Não conseguia engolir nada; a urina escorria em abundância pelo vestido que eu mais gostava. “É para aprender que você não pode se vestir deste jeito, minha privadinha”. Foi me empurrando para baixo, molhando ainda mais os meus cabelos, e me obrigou a lamber a urina escorrida no chão. Depois comecei a apanhar como de costume: de quatro, amarrada, nua, suja e molhada.

(Sobre a autora, clique aqui)

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25 comentários sobre “Fizeram xixi no meu blog!

  1. O texto é compreensivelmente reto. Gosto muito. O conteúdo dele pode até ser questionável do ponto de vista da decência, mas não vem ao caso, pelo menos pra mim. Quem somos nós para julgarmos? Se a autora o faz com resignação e uma boa dose de tesão e assim o assume, é válido, assim seja.

    Nas entrelinhas, o realismo do teu lado sado masoquista, por mais paradoxal, deixa à mostra uma mulher de vida transparentemente elogiável. Como já disse, julgar não me cabe. Apreciar a leitura e ver autenticidade na forma de vida que escolhestes, sempre!!!

    Bjs

  2. Faz pouco tempo que acompanho o blog, alguns meses, e já estava sentindo falta de outro post, depois do Natal entre as colegas.

    Não deixo de ficar meio preocupado com a nossa querida Ayana, quando transparece um ar de resignação, alguém que procura redenção, e esteja postergando esse caminho de purgar, talvez com medo do sofrimento, talvez por ainda querer curtir mais um pouco a rotina que possui.

    Aqui eu pergunto: você busca redenção, Ayana? As representações sociais ainda pesam tanto assim na sua cabeça? Mais precisamente, a representação social da mulher típica, sempre posando de casta, que casa, tem filhos… Não que isso seja errado, porque não há o “errado”, o “certo”, ainda mais em modos de vida. Mas uma pessoa pode ser bissexual, como conheço algumas, e acabar se casando, ter filhos, e de alguma forma conciliar as preferências. Alguns fazem isso naturalmente; outro muitos, tentando calçar um sapato que não lhe cabe.

    O problema não é a busca de redenção ou não, como tantos religiosos devem vir com esse papo até você, muito pelo contrário, mas se você fica grilada com as coisas que curte ou que já fez, porque isso inflinge um baita sofrimento. Sei lá, tem parecido nos posts que tenho lido, de forma bem, bem sutil. Espero de coração que não esteja se desgastando em remorsos, e siga seus instintos, sua intuição.

    Se quiser mudar, mude. Se gostar das coisas como estão, continue. Não deixe que estereótipos e padrões sociais te incomodem.

    Ademais, fica aqui, novamente, meu pedido de um canal direto com seus leitores, algo como email ou msn, oficial.

    Desejo um 2012 que, embora saibamos francamente que não vai ser perfeito, nem repleto de realizações, seja um ano que, no final de dezembro, você pense “porra, aconteceu muita coisa boa nesses meses”.

    Beijos!

    • Olá, André!
      Eu não procuro mais a minha redenção. Muitos posts que eu escrevo são histórias que aconteceram já faz algum tempo, e eu tento transmitir os meus sentimentos daquela época. Claro que não superei toda a reprovação social, mas com certeza sinto muito mais prazer sem culpa. Aliás, eu não me sentiria chateada se não houvesse tantas pessoas me julgando no meu cotidiano, o problema se intensificou quando eu assumi socialmente a minha profissão. Não sentia tanta culpa ao fazer coisas abomináveis para o senso comum sozinha, aqui em casa, sem ninguém para me encher o saco, mas também não vou mentir dizendo que tudo foi perfeito.
      Tenho procurado não me encanar com os rótulos alguns insistem em me dar. Por exemplo, se dizem que sou imunda, ótimo, eu sou meio sujinha mesmo, fazer o que, né?
      Obrigada pelo comentário! Beijinhos e espero que neste ano aconteçam muitas coisas boas para todos nós!

  3. “Notei que as pessoas não sabem me julgar direito, a maioria está enganada a meu respeito: eu sou muitíssimo mais pervertida do que imaginam”

    De todas as minhas amigas pervertidas, você é a mais pervertida!

    “Devo admitir que muitas das minhas confissões mais íntimas ainda não foram abordadas nesse blog”

    Antes de te conhecer, eu mal conhecia sobre sadomasoquismo e até pouco tempo tinha muita coisa que eu achava absurdo. Mas como você disse, com o passar do tempo, as concepções de repugnância se dissolvem.

    Talvez alguns leitores, que eventualmente passam por aqui, não estejam preparados para absorver a verdade das suas confissões mais íntimas e tenham sentimentos de repulsa, asco. Acho normal que isso aconteça, num primeiro contato. Sabe que quando eu era pirralha, achava nojento beijo na boca, troca de saliva. Mas com o tempo, as coisas que até então eram estranhas, bizarras, passam a ser normal e até fazer parte do cotidiano.

    Adoro seus textos e quero mais da sua intimidade (ficou com duplo sentido? rs)
    Bjooooo

    • Oi, Rafa!
      Adorei o título de “sua amiga mais pervertida”! Isso porque eu ainda preciso te contar outros segredinhos =X
      Achei muito legal sua observação de que como algumas pessoas não tem contato com esse meu universo, é normal haver certa rejeição. Mas eu acho que isso tende a diminuir com a quantidade de informação que circula pela internet. Por exemplo, eu aprendi muito sobre sadomasoquismo em sites, conversando em chats e vendo vídeos pornôs ^^
      Bom, espero que o pouquinho que eu escrevo sirva para romper um pouquinho com esses tabus sexuais!
      Vamos sim, compartilhar muitas e muitas intimidades! =P
      Beijos com carinho!

  4. Muito bom o título, pensei que haviam invadido seu blog, mas na verdade é uma história bem louca (não há outra palavra que me venha à mente para expressar)
    apesar de você estar ?acostumada? com essas “sutilezas”, acredito que você não tenha ficado nem um pouco feliz com a atitude da sua “dona”.
    Por que se sujeitar a tanto?

    • Oi, Alan!
      Bem, quando aconteceu, não me senti muito bem, principalmente porque eu tinha me preparado para algo diferente. Então eu senti uma frustração enorme! Como havia me entregado quase sem restrições a ela, tinha mais é que aceitar e, no final, eu me senti orgulhosa por satisfazê-la. Foi uma boa experiência sim!
      Beijinhos e até mais!

  5. Hmmm… Então foi isso: ela se sentiu tão humilhada pelos dois senhores, quanto pela situação narrada no post. Daí a analogia entre o título, o post e os ataques. Havia estranhado o tom da Ayana no post, que, aliás, me pareceu destoar profundamente dos demais. Estava até já decidido a não voltar a escrever no blog, para ver se a mocinha me escrevia no e-mail (e lá tentar “resgatá-la” com a ajuda do Marcelo). Ataques precipitados e focados contra o alvo errado, diga-se de passagem. Também sou contra a prostituição e algumas condutas que nossa jovem escritora nos narra aqui. Mas, primeiro, não é um blog de prostituição; é o blog escrito por uma pessoa “aflita”, que, sim, está ligada a tal ramo. Ser contra a prostituição é uma coisa; ser contra o ser humano e procurar massacrá-lo é outra. Também sou conservador; também – no final de novembro – escrevi um texto conservador no comentário de um post. E nem por isso fui maltratado aqui. Conquanto não tenha me escrito, ela reagiu falando que havia mexido com ela de maneira tal, que uma caixa com suas pedrinhas havia sido aberta. Ou seja, uma pequena baixada de guarda, para se chegar verdadeiramente até ela (única maneira de ajudá-la). Agora, com os ataques, humilhantes e destrutivos, o que despertaram nela não foi muito bom. Sei que podem argumentar que foi um “chacoalhão”, e, que fazendo assim, facilitam o meu caminho do meio, mas não é por aí. Ela tem defeitos, caminha em erro, eu bem sei. Mas há algo de bom e especial nela. Eu cheguei aqui por uma matéria na “Folha”, que falava do blog de uma jornalista que pretendia viver uma experiência com cem homens em um ano. Eu não gostei daquele lugar e nem do que aquela pessoa estava fazendo (uma espécie de “mimimi” existencialista, que pretende chocar por chocar, sendo um capricho horrível). Mas, curioso, lá alguém havia protestado contra aquela blogueira, vez que às vezes terrivelmente grosseira, enquanto o blog de uma tal Ayana, uma prostituta, era o exemplo de alguém doce e bem-educada. Talvez influenciada por aquilo, aquela blogueira melhorou seu modos e abriu um novo blog focando coisas positivas, tentando trilhar caminho diverso daquele caprichoso, equivocado e nocivo. Procurei isso aqui até achar, porque minha curiosidade com a prostituta civilizada passou a ser muito grande. E não mentiram. Aliás, disseram pouco. Porque ela é um achado: alguém doce, sensível, profunda, inteligente – um gênio literário. Com o que me deparei era tão magnífico e complexo, que me dediquei dois dias inteiros a estudá-la. Quanto mais eu avançava, mais me lembrava a história de Roberto Carlos Ramos (A Didática do Amor): um garoto jogado na FEBEM de BH, sem perfil de delinquente, que acabou se tornando um e dado por irrecuperável aos 13 anos de idade. (Talvez vocês se lembre da propaganda: fugiu mais de 100 vezes da FEBEM). Uma pedagoga francesa, em visita a “beozonte”, interessou-se pelo caso do adolescente “irrecuperável”, e, ao contrário dos demais cegos pela loucura, viu nele alguém especial. O Roberto foi estudado por ela; adotado e educado por ela. Ele, hoje, é um dos maiores “Contadores de Histórias” infantis no mundo! Poliglota e com formação superior. Perdeu seu anjo que morreu cedo, mas, ele, adotou 11 garotos e dá dignidade a eles. A Ayana é um pouco isso: refém de determinadas condições psicossomáticas desde muito cedo, vítima de falta de estruturação, acabou caindo em tal mundo. O que extraíram de seu texto como uma “ex-prostituta” é devido à sua postura não ser a clássica da profissão (tanto que ela diz manter o vínculo). Ela é uma estranha no ninho, que precisa ser tratada, orientada, para que possa dar vazão a seu melhor (e não o seu pior). Claro que não é nem tão fácil e nem tão simples. E depende dela, antes de tudo. Eu insisto que se trata de uma espécie de “flor-de-lótus”, alguém especial, que, “aflita”, inconscientemente, faz um pedido veemente e erudito de socorro. Ela nega tudo isso, levanta bandeiras, troca as mãos pelos pés – e tudo isso assusta muito, a quem não chega com um olhar mais profundo, bem sei. Não concordo nem com os ataques com o fim de massacrá-la (como se isso fosse extirpara o mal), e, pasmem, nem mesmo contra os pais dela (que erraram bastante). Já até escrevi para ela, pedindo mais uma vez que os perdoe (“são crianças, como você”), bem como que tenha força de perdoar a sim própria. De resto, uma questão de “respeito, sinceridade e compreensão”. E, Flor, já que você reage literariamente contra seus algozes; reaja também contra o resto que te faz mal tão profundamente. Não que seja fácil, mas em algum lugar deve haver uma luz no fim do túnel, uma saída, uma alternativa. Cuide-se bem!

  6. Minha vez de confessar: eu confesso que me revolta tu te sujeitares a essas humilhações. Me revolta o fato de existir pessoas como tua ex “dona” que sentem prazer em humilhar e outras (não fossem essas não existiriam aquelas, ou vice-versa… Quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha? Hehehe) que sentem prazer em serem humilhadas.

    Apesar disso, gosto de “te ler”. Tu és inteligente, tem uma escrita muito interessante. Talvez justamente por tu seres inteligente é que me intriga tanto o fato de tu te submeteres a tantas humilhações… Às vezes me questiono se tu realmente tens a idade que diz ter, se és mesmo mulher, se és mesmo garota de programa… Mas, enfim, são só questionamentos… Não estou aqui pra te julgar.

    Também faço programas, mas fujo como o diabo foge da cruz de situações nas quais tu te colocas. Também tento unir o útil ao agradável na profissão. Mas o agradável pra mim está mais próximo de um sexo “normal”, digamos assim… A minha maior transgressão é ser bissexual, hehehe.

    • Oi, Laura!
      Eu posso estar errada, mas acho que se sente revoltada porque não compartilha este tipo de fantasia sexual. Sinto muito prazer em ser humilhada, da mesma forma que você deve sentir prazer fazendo sexo com outra mulher. Eu acho inteligente aquela pessoa que consegue administrar suas vontades sexuais de uma maneira saudável e tolerante. Eu queria que o sexo “normal” me satisfizesse, mas o meu prazer é muito mais intenso em situações específicas tais como a dominação. Se não conhece o universo BDSM, eu recomendo dar uma olhadinha. O meu blog não é uma boa referência, porque eu era muito imatura quando comecei a mw envolver nisso.
      Fico muito agradecida por dar sua opinião!
      Beijos, beijos e volte sempre!

  7. Somos uma potência. Nascemos para dar certo!
    Ayana, diante de uma vida de “erros”, não somos um erro!
    Não é porque os seus pais erraram na vida que você tem que errar não. Temos escolhas, escolhas em ser diferentes ou sermos iguais e isso entra o Livre Arbítrio, podemos ser o que quisermos, mas buscando a Felicidade Sempre.
    Há muitas coisas boas lá fora, a vida nos dar tudo o que quisermos e para isso só depende de nós buscarmos o melhor, pois o ser humano, durante toda sua vida só procuram o bem mais precioso e o significado da vida se resume em apenas uma palavra: “Felicidade”.
    Eu sou aquela que tem muitos irmãos, lembra? Sou de uma família muito grande, e quando leio seus textos, simplesmente eu pergunto “porque” que você insiste em viver uma vida assim?
    Tudo bem, o passado já passou, mas você ainda está presa ao passado e isso reflete ainda mais no seu dia-a-dia. “É do passado que se constrói uma história”, e você tem uma história, todos nós temos, mas, a sua história mexe com todos os leitores deste blog, pois percebemos as suas fragilidades de forma que nos disponibilizamos para te ajudar, e o pior é que atitudes só pode vir de você, mas quando lemos um novo texto chegamos a conclusão de que absolutamente nada mudou.
    És uma garota muito nova, inteligente, tem uma vida pela frente e eu, enquanto eu viver, quero ficar aqui lendo a cada novo post seu, acompanhando um pouquinho da sua Vida por essa tela de PC e torcendo pra que você consiga ser muito, mas muito Feliz.
    E um dia você será!
    Independente do que você possa passar, no final vai dar tudo certo e algo de bom vai acontecer no seu futuro, pois alguém lá em cima, tem belos planos pra ti!
    Abraços. Beeijos!

  8. Bem… Sou dominador… Pelo que li em seu blog você fala muito de carência,e falta de bom dominadores… bem assim interpretei… E digo que n minha opnião a falta é de boas subs… Gostaria de ter encontrado uma sub como você pela vida…
    RRSRS Continue com sua postagens elas são ótimas!!!

    • Oi, Silvio!
      Eu acho que faltavam bons dominadores para o meu perfil de submissa. É bem provável que eu seja uma submissa ruim para muitos dominadores. Bom, sem querer ser tendenciosa para o meu lado, eu acho mais complicado se submeter do que dominar.
      Obrigada pela sua visita e volte sempre!
      Beijos!

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