Dentro e fora de casa


Tinha quinze anos de idade e depois de alguns meses eu seria uma puta. Era exatamente isso que eles queriam. As roupas indecentes, o cigarro entre os lábios, o olhar direcionado para suas calças eram para não deixá-los surpresos com a facilidade para me enrrabar. Eu cuspia na minha mão e me lubrificava bem na sua frente. Não tinha tempo a perder. Além de foder, também queria dançar, beber, fumar, beijar. No carro, ele encharcava o meu rosto com porra, estragava toda minha maquiagem. E para ficar apresentável de novo, agora ele tinha que esperar. Se eu ficava com cheiro de sexo, vai saber, passava perfume, e eles nunca reclamaram. Também ninguém dizia que tudo estava errado, exceto quando era para brigar comigo.

Embora não tivesse nem mesmo uma vaga noção do meu comportamento sexual, papai era o que mais insistia em gerar conflitos. Do contrário, o que mais poderia me dizer? Mal-educada, irresponsável, desobediente, egoísta, desleixada, arrogante, cínica, agressiva… era como ele descrevia sua filha. Éramos, portanto, muito parecidos; pensava as mesmas coisas sobre meu pai, só não tinha o espaço para repetir essas críticas tanto quanto ele. Escutava todo o sermão, mas na hora que eu começava a me defender e atacá-lo, ele me mandava calar a boca e me punha de castigo. Desde que começaram nossas desavenças, não me recordo de uma época em que, teoricamente, não estive de castigo. Estava proibida de sair, contudo, como não havia correntes nem grades para me enclausurar, sempre arrumava um jeito de ir aos lugares onde eu queria.

Encontrava diversão em locais desaconselháveis para a minha idade; era preciso minimizar ao máximo o meu ar de “teenager”. As principais passagens para a maioridade eram o sexo, o álcool e as drogas. Enquanto durava o efeito destes prazeres, eu me sentia uma verdadeira mulher, ganhava confiança em mim mesma. As gurias mais velhas se recusavam a virar doses de vodka, passavam o beck sem tragá-lo. À medida que eu ia aceitando tudo, sentia-me cada vez mais adulta e orgulhosa por me expor a riscos que outras mulheres não ousavam. Maldito ego imbecil! No fim da noite, fazia sexo com alguém. Eu vi sangue, vômito, urina, lágrimas, esperma, tapas, sorrisos, orgasmos, alucinações, escuridão e esquecimentos. De volta para casa, era uma criança que contava as aventuras naquele submundo apenas para o meu diário. Quem mais iria acreditar?

Tentei conversar sobre alguns dos meus comportamentos com a minha mãe nas escassas vezes em que viera me ver. Na primeira tentativa, a oportunidade de falar sobre isso surgiu quando usei um vestido muito curto para sair com ela. Obrigou-me a trocar de roupa, criticou a postura de mulheres indecentes e ameaçou fazer uma vistoria no meu armário (o que nunca ocorreu). Comentei que via várias garotas usarem este tipo de roupa para sair à noite, ou ir ao shopping. Só me lembro, com exatidão, da seguinte parte de sua resposta: “porque essas garotas não tiveram uma boa educação em casa”. Meses depois, quando ela voltou mais uma vez ao Brasil, meus pais conversaram entre si a respeito da minha constante desobediência. Naquele dia, minha mãe me proibiu de sair sozinha e me obrigou a passar a noite no hotel com ela.

“Eu vou para onde eu quiser!” – e o empurrei.  Não estava a fim de fazer sexo com aquele playboy cheirado. Ao se aproximar mais uma vez de mim, joguei a bebida que estava no meu copo em seu rosto. Como poderia pará-lo? Sua mão chegou a agarrar o meu braço para me machucar, mas logo outro rapaz me protegeu ao segurá-lo. Ele cuspiu em mim. Foi o que bastou para ser derrubado no chão e levar chutes, principalmente na região da cabeça, de homens que eu não sabia de onde vieram. Com medo de chamarem a polícia, minha amiga e eu fomos embora depressa. Eu já conhecia de outras festas o cretino que tentou me bater. Por causa disso, passei algumas semanas sem ir para estes lugares, para não correr o risco de encontrá-lo mais uma vez. Neste período, saía à noite para ir dormir na casa da minha namorada, onde me sentia mais protegida.

Mandei uma mensagem para ela, avisando que passaria a noite no hotel com minha mãe. Foi uma noite de interrogatório. Houve um breve instante de sinceridade – quando disse que tinha combinado de dormir na casa de uma amiga – e alguns minutos de falsas negações. Contar a verdade para depois ser rechaçada por aquela autoridade que eu deveria considerar como mãe? Ela se interessava pela minha vida só para avaliar qual seria a punição mais adequada. Vadia. Não dava para acreditar! Fez várias ameaças cuja estrutura muitas vezes começava com: “vou falar para o seu pai…” seguida por um verbo de ação. Ela mesma não poderia me impor restrições, uma vez que estaria em outro país no dia seguinte. Mal podia esperar por este dia! Então me tranquei no quarto e avisei que só sairia quando ela estivesse indo embora… para sempre, de preferência.

(Sobre a autora, clique aqui)

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27 comentários sobre “Dentro e fora de casa

  1. Você tem escrito com muita pouca frequência, esta notando como seu numero de leitores e visitantes baixou? E continua a baixar? Agora as interrogações da adorável escritora que quer ser livre, ou a garota de programa muito bem educada e inteligente já não intrigam tanto quantos antes, por que ela não responde, ela não se faz viva. Enfim, seja feliz, e é realmente triste pra quem acompanha seu diário, que você tenha, ou esteja aos poucos, desistindo dele. Não se limite a negar, isso da pra perceber.Beijos!

    • Olha, Bruna, não acho que ela esteja aqui pra satisfazer a curiosidade de ninguém. Acredito que esse seja um lugar desabafo e a frequência do posts é determinada pela vontade de escrever. Se não há vontade, não adianta chegar aqui e postar qualquer bobagem. Já ouviu falar que qualidade é melhor que quantidade?

    • Bruna, talvez a qualidade dos textos do blog de Ayana resida exatamente em não postar simplesmente por obrigação diária; mas pela qualidade do que ela tem a dizer, então vamos ter um pouco de paciência, eu também sinto falta dos posts quando demoram; mas procurei entender da forma citada acima.

      • Oi, Ari!
        O que eu posso dizer é que estou tentando me organizar para não deixar o blog meio abandonado. Para ser sincera, eu postaria bem menos se não soubesse que há pessoas como você que acompanham o que escrevo!
        Então, agradeço muito!
        Beijos! =*

    • Oi, Bruna!
      Eu estou escrevendo menos mesmo, por falta de tempo e por preguiça. Geralmente, eu demoro para escrever um post e um dos problemas é que eu não tenho horários fixos para trabalhar. Então, eu estou lá, num bom processo criativo, aí eu tenho que interromper tudo para dar para alguém. Eu tenho vários posts incompletos por causa disso.
      O número de visitas ao blog não diminuiu muito como pode parecer (também, foram poucas as vezes que tive muitos acessos), porque a maioria das pessoas chega ao meu blog através de pesquisas no Google (algumas bem divertidas) e isso independe de atualizações. Eu tenho poucos seguidores =(
      Sobre eu não responder… isso não é verdade… eu respondo mas com muito atraso. Se você ver os comentários dos posts anteriores, eu sempre deixo uma mensagem.
      Bom a gente pode continuar falando sobre isso, mas espero que não fique chateada se eu demorar para respondê-la!
      Beijinhos!

  2. Você me dói por dentro. Essa é a única certeza que tenho: você me dói por dentro. Vejo muito de mim em suas palavras, vejo muito coração no que diz, e além de ser uma prostituta lhe vejo diferente. Você me dói por dentro, porque sua alma parece ser tão vadia quanto o modo que você considera-se. Não lhe acho uma vadia, não a vejo como uma ínfima ajoelhada levando porra na cara. Juro que sinto suas vibrações chegarem até mim, e tocarem na minha alma de uma forma tão invasora, e tão forte, que me sinto mais submissa do que quando levo os tapas das palavras e as ardências da agressão. Você me dói por dentro, porque a imagino sendo melhor do que demonstra, e que precise de outros elogios destinados ao seu âmago. Eu lhe confesso: Adoraria passar noites contigo, mesmo que fosse para conversar.

  3. Eu fico tentando entender, buscando alguma explicação para origem disso tudo. Não imagina como já quebrei a cabeça. E o estranho é que parece que você volta ao tema, também buscando uma explicação, de onde, como e por que tua vida saiu dos trilhos. Você conhece minhas teses, sobre muita coisa na tua vida. Mas fico procurando a peça que falta. Talvez seja algo que possa a ajudar outras pessoas a não trocarem os pés pelas mãos. Aquilo que faltou na tua formação, na tua relação com os teus pais. Algo além dos pais imaturos, tentando seguir uma velha cartilha, e a adolescente extremamente inteligente, rebelde, e, por algum motivo, compulsiva e sem rumo. Há algo além desse estereótipo, desse roteiro. Onde está efetivamente o questionamento e o rompimento? De que exata maneira deveria ter existido a cumplicidade, o diálogo entre vocês todos. Sem que isso seja caça às bruxas, sem que existam somente vítima e culpados. Não acredito que seja por pais separados (você não aprovaria uma existência do casal rompido e se odiando, para preservar uma relação falida, meramente por aparências. E, mesmo separados, nada impediria que vocês fossem efetivamente uma família). A mãe ausente e culpada (negligente), tentando compensar sua distância, sua inversão de valores, com condutas estereotipadas e vazias? Você não quis ir para a Europa com ela, por que? Não é meramente medo de avião… Ela era ausente mesmo presente? Se sente trocada pela busca da realização profissional dela? E acha que assim seria mesmo se vocês estivessem “juntas” lá? E para você, como é que ela deveria ter sido? E teu pai? Sim, ele era imaturo, e, talvez, tudo isso que você o acusa. Mas, efetivamente, pelos teus próprios relatos, dentro das limitações dele, ele parece tentar. Tentar e não saber lidar com você. Com alguém com uma crise existencial tão grande (de alguém mais inteligente do que ele). Tentar e não saber como chegar verdadeiramente a você. De tentar te colocar no caminho, mas não perceber que já havia compulsões e um processo de autodestruição em curso, e, aí, responder com medidas moralistas ou padrões, que não eram suficientes no teu caso. Todo mundo errou e foi exagerado na história? No fundo, em algum lugar se rompeu. Mas como teria sido o caminho certo? Como é que deveria ter sido, ayanami? Para que você amadurecesse com calma, entendesse melhor os teu conflitos (com ajuda profissional em alguns momentos), fosse vivendo sua sexualidade de uma maneira mais calma, amorosa até? Se você, hoje, fosse a “conselheira” de uma família que vivesse exatamente aquele drama, quais seriam os conselhos, as orientações que você daria a pai, mãe e filha? Um grande e carinhoso abraço.

      • Caraaaalho!!! Adoro estas explosões… tão humano, tão demasiadamente humano! E provavelmente por nada, o que deixa a coisa ainda mais interessante! Ô Amigo, responde algo aí… suas análises são boas. O que será que o Ari leu exatamente?

        • Obrigado, Marcelo, pela ponderação. Ontem tentei postar, mas meu e-mail dava como bloqueado, porém, hoje, acho que normalizou. Parece que toquei na ferida de alguém, que acabou tendo uma explosão bem injusta comigo. Caso o Ari releia, e leia os meus demais posts (e respectivas respostas da Ayana), vai perceber que não estou julgando e condenando absolutamente ninguém. Ao contrário, com os QUESTIONAMENTOS, apenas estou fazendo um convite à nossa escritora, que entre em contato com alguns conteúdos mais profundos. No post em questão, quis ajudá-la a ver que é grande a tentação da “vitimização”, e, que a vida avançou e que ela e os pais não ficaram estagnado, e, talvez (!), todos eles possam dar diferentes respostas. Ficar presa ao que aconteceu é querer não crescer, não superar. E quanto aos questionamentos finais, ela realmente pode ajudar muita gente, porque tendo vivido aquilo tudo, de repente, com a cabeça que tem e com o atual distanciamento, pode opinar como uma família pode superar problemas desta natureza. Claro, que respondendo a isso, ela também vai estar produzindo uma resposta às situações familiares que viveu, e, quem sabe, se libertando de um momento de sua vida que parece torturá-la. Não sei se fui inciso, ou invasivo, mas a minha intenção não foi colocá-la contra a parede e nem mexer com teus segredos, Ayana. Não precisa responder, flor, se não se sentir à vontade (ou só responda a você mesma, com calma).

          • Acho que só agora entendi realmente o seu post Amigo. Desculpe-me se peguei mal na crítica que fiz. é que muita gente” pega no pé” de Ayana e não acho justo pois entendo que ela só deve postar quando realmente tiver algo novo e interessante para todos nós.

          • Querida, seu blog andava muito parado, por isso a intervenção! E eu “causei” por uma boa causa, vc viu? Ari e Amigo meio que se entenderam melhor. Como eu havia imaginado, provavelmente não havia motivo nenhum para altercação :-)
            Beijos!

    • Oi, Amigo! ^^
      Para responder um comentário seu, sempre preciso dedicar uma atenção a mais. Queria que soubesse que eu demoro não só por isso, mas também porque eu sou um pouco metódica no sentido de responder os comentários na ordem em que foram publicados.
      Vou tentar esclarecer coisas que não estão claras nem mesmo para mim. Quando meus pais se separaram, não foi uma grande ruptura para mim, porque nunca fui muito apegada a nenhum dos dois. A gente vivia na mesma casa, mas não tinha uma vida em conjunto. Não me lembro, por exemplo, de ver meus pais se beijando na minha frente. Não cheguei a perguntar sobre o passado deles, mas imagino que tenham se casado por minha causa. E até que durou bastante.
      Eu não sei dizer exatamente por que não fui morar com a minha mãe quando ela se mudou, porque já faz tempo que isso aconteceu. Bom, eu não tinha proximidade com ela, e num país estrangeiro provavelmente eu me sentiria mais sozinha. Provavelmente, na época eu nem tivesse consciência disso. Anos depois, minha mãe queria que eu fosse morar na Inglaterra. Ela chegou a me apresentar a família que iria me acolher. Nesta época, eu tinha uma dominadora sexual e uma namorada. Não queria deixá-las nem aceitar nenhum favor dos meus pais. Eu falei a ela que só iria para outro país se fosse a África do Sul. Ela não levou a sério e a gente não falou mais sobre isso.
      Se eu me sinto trocada pela realização profissional da minha mãe? Sem dúvidas!
      Eu tenho mais consideração pelo meu pai, porque ele ainda tentou lidar comigo. Eu não sou apenas uma vítima nesta história, era o tipo de filha que traria dores de cabeça para qualquer pai. Às vezes, fico com vontade de condená-los, porque tenho vários ressentimentos. Ai ai ai… não consigo escrever muito sobre isso em uma sentada só ^^
      Essa resposta já ficou bem grande, então as últimas perguntas pretendo respondê-las em um post.
      Fico muito grata pela sua ajuda (neste caso, eu posso dizer que foi uma grande ajuda mesmo).
      Beijos, beijos!

  4. Boa noite.,
    Oi Srta, tudo bem contigo ?

    Acabei conhecendo seu blog “meio” sem querer. Quero parabenizá-la pelo excelente blog.

    Achei interessante suas confissões intimas.

    Volto em breve para apreciar novas postagens.

    Beijos.

    Ps. gostei do seu perfil.

  5. Belo post, Ayana!

    Queria tanto que vc explorasse mais esta sua relação familiar, que fosse fundo nas feridas, nas lembranças, nas estórias… Acho mesmo que o sexo vem em segundo lugar na definição da sua vida, a relação familiar (ou a ausência de) é, no meu modo de ver, A QUESTÃO. Eu escrevi um monte de coisa que me veio com este post… mas ficou muito confuso (rs rs rs, pra vc ver como este assunto é desafiante!). Ainda estou mexendo no texto…

    Beijos! Saudades, muitas saudades de nossas conversas!

    • Oi, Marcelo!
      Bom, já explorei um pouco mais minha relação familiar na resposta que dei ao amigo. Dá uma olhadinha lá! ;)
      Confusas ou não, sempre gosto de ler suas impressões.
      Uma garota tão displicente com relações online não tem muita autoridade para dizer isso, mas você deveria entrar mais no MSN. Também estou com saudades das nossas conversas!
      Beijos, beijos!

      • Oi! bom ver vc de novo por aqui. Já li sua resposta acima, bem na linha do que eu queria. Mas que tal escrever mais sobre isso, sua história familiar? Por exemplo: vc disse que provavelmente eles se casaram por sua causa… por que vc acha isso? Qual a história deles? Há muito tempo atrás, quando começamos a nos falar, perguntei porque sua mãe trabalhava fora, perguntei mesmo se ela era do Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty)… Seu pai, o que ele faz? Coisas que você talvez considere desnecessárias mas que montariam o painel de fundo da sua personalidade. Este painel sobre o qual vc construiu toda a sua vida de sexo e logo em seguida de prostituição como trabalho. A terapia que tanto te sugeri sempre foi para fazê-la explorar esta sua história familiar. Ela é tão recente… ainda tá na sua memória, mas com o tempo, ela se apagará… É um material riquíssimo. Certamente doloroso, como dá pra notar no pouco que vc fala e desenvolve a respeito. Mas até por ser doloroso, vc deveria explorar.

        Quanto “nossa” relação on-line, certamente de ambas as partes displicente, me ressinto também dela ter “esfriado”. Coisa aparentemente comum em qualquer relacionamento…rs. E se eu te contar que entro sim, sempre pelo celular, pra dar uma “espiadinha” se vc (e também a Rafa) estão on-line, e não te encontro? A única coisa que me diz que vc está por lá, são suas fotos de perfil que vão mudando e aí penso comigo: bom ainda devo ter uma chance de achá-la…

        Beijos! Ainda tenho um comentário de post pra postar. Eu também, como vc, começo e não estou conseguindo terminar… :-(

        • Oi, Marcelo!
          Eu ainda vou escrever mais sobre a minha família. Não por agora, porque quero dar um tempo de pensar neles e para me dedicar a outros assuntos também. Ainda tem muita coisa que eu tenho vontade de escrever por aqui, coisas mais recentes. Respondendo uma das suas perguntas, eu acho que meus pais se casaram por minha causa, porque eu não via uma relação de amor entre eles. Acho que meu pai sempre teve amantes e não duvido que minha mãe também. Eu nunca entendi o relacionamento deles. Eles eram casados e quando minha mãe foi embora, eles não chegaram a se divorciar. Meu pai nunca falava sobre a minha mãe e nunca pensou em visitá-la na Europa. Enfim, não quero ficar confusa agora…
          Com relação ao MSN, eu tenho o costume de entrar bem de madrugada. Quem sabe a gente não se vê por lá?
          Beijinhos!

          • Acho que vc nunca me aceitou no msn quando te adicionei um ano atrás ou mais. Nunca te vi no msn. Mas de fato devido ao trabalho não costumo ficar no msn de madrugada, a não ser final de semana.

            • Adicionei certo sim. Já não lembro onde peguei seu msn. Mas creio que foi em algum comentário que vc deixou, já que li seu blog inteiro incluindo os comentários.
              E creio que adicionei certo pq após adicionar aparecia ‘ayana..’ offline.

              Tude bem, vc não me quis. Não foi a primeira e nem vai ser a última. : P kkkk

            • Eu nunca divulguei o meu MSN aqui no blog, tanto que tem o meu nome verdadeiro na minha conta.
              Eu gosto de você, Caos, e acho que seria legal se a gente trocasse umas ideias pela internet algum dia.
              Beijinhos!

            • Ai ai ai. Agora não estou entendendo nada.
              Tenho quase certeza que peguei seu msn em algum comentário seu.
              Aqui vai o comentário em que vc postou (achei novamente buscando no google): https://minhasconfissoesmaisintimas.wordpress.com/about/comment-page-2/#comment-883

              Inclusive eu te mandei e-mail por ele, cerca de um ano atrás e vc me respondeu… mas depois vc não me respondeu mais.
              Bem, se quiser me adicionar ao msn que vc usa, nesse comentário vc pode visualizar ele.
              Se cuida.

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