É tempo de siririca, baby!

Eu não consigo evitar, a minha xana é muito sensível e muito carente! Por isso, preciso ter uma atenção redobrada com ela. Dar um pouco de carinho, trazer-lhe alguma companhia. É desgastante, mas recompensador! Só que ela se tornou muito mimadinha em razão do meu excesso de cuidados. A estratégia é sempre a mesma: fica quentinha, começa a formigar e logo já está um pouco úmida. Pronto, começou! Fecho as pernas, esfrego discretamente o bumbum sobre o assento e já vou procurar o banheiro mais próximo. Minha excitação não é exatamente um movimento espontâneo. Tenho uma grande dificuldade de me concentrar, e os meus palpitantes devaneios sempre seguem alinhamentos pornográficos.

É coisa de biscate, dizem, andar sem calcinha. Para mim, além de tudo, é um hábito; sinto-me bem confortável principalmente quando é possível sentir uma corrente de ar passar por entre as pernas. Este é um dos motivos para gostar tanto de usar saias minúsculas. Além de considerar a vulgaridade um tanto sexy, minha boceta já fica bem acessível se eu precisar afagá-la. Conhecendo a inquietude do meu corpo, antes de sair para qualquer lugar, procuro tomar algumas simples precauções, como sempre ter um vibrador disponível na minha bolsa – quando já não ando com ele dentro de mim. Engana-se quem pensa que seria um pequeno consolo discreto; geralmente, levo um pênis de borracha de uns 17cm. Também é um equívoco acreditar que passo mais de meia hora no banheiro fofocando. Só digo que com certeza estava fazendo algo bem mais interessante durante todo esse tempo.

Eu devo me masturbar pelo menos umas sete vezes por dia. Suspeito que isso seja uma compulsão, mas nada muito grave, já que esse cálculo inclui as vezes em que me toco durante o serviço. Por outro lado, não contabilizei as vezes em que me acaricio inconscientemente. Gosto de andar nua em casa, então tem vezes que estou lendo alguma coisa, ou assistindo televisão, aí olho para baixo e lá está ela: minha mão bolinando meu sexo. Ops… tire a mão daí, sua sem vergonha! É preciso estar sempre alerta. Imagine se num primeiro encontro, quando já me sinto bem à vontade, sem perceber, abro as pernas e deixo minha mão entre elas. De certo, o sujeito acharia que sou uma puta! Ainda assim, não deixa de ser bem excitante. Mas são instantes muito breves e, lamentavelmente, essa quantidade de estímulos não corresponde também ao meu número de orgasmos diários.

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À primeira vista, uma ninfetinha

Geralmente, meus clientes têm mais de quarenta anos, e acredito que nessa etapa da vida seja bastante comum que eles tenham desejos sexuais por garotas bem mais novas. Eu tenho 21 anos, mas a idade aqui não é importante, contanto que não seja abaixo da maioridade. É excitante para os lolicons se envolverem comigo, porque tenho uma aparência ainda muito infantilizada, bem como um jeitinho aparentemente pueril. Já usei roupas infantis para atrair clientes, mas talvez isso estimulasse a pedofilia de modo que agora só uso roupas bem vulgares, salvo quando o cliente solicita a fantasia de coelhinha ou de colegial – que, por sinal, são uma gracinha! Em todo caso, muitos querem transar com uma ninfetinha e asseguro que nem mesmo uma adolescente de 16 anos é tão tola quanto eu me fazendo de imatura. O pior é que nem tudo é encenação, quero dizer, eu ainda me sinto como uma pré-adolescente mimada e chata.

No início da minha carreira na prostituição, várias pessoas, incluindo minha cafetina, achavam que eu era virgem, ou quase isso. A propósito, não faltaram pré-julgamentos dirigidos a mim depois que me assumi como garota de programa. “Patricinha”, era assim que muitas me chamavam. Em contrapartida, bastava se relacionarem comigo na cama para me reavaliarem a partir da constatação de que meu corpo esconde certos indícios irrefutáveis de promiscuidade. Há tempos deixei de ser apertadinha como os clientes gostariam ao buscarem por uma ninfeta. Aqueles que me penetram atrás devem pensar que tenho 21 anos de putaria (exagerando, viu?), mas, veja bem, se meu cu fosse mais estreitinho, minha ocupação seria ainda mais sofrível. Compreendo que seja bem broxante para alguns, e humildemente peço desculpas por ser uma puta, ao invés de ser uma guria recatada que se interessou em dar para um tiozinho qualquer.

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À condição de uma boneca

É comum que me considerem não mais do que um objeto sexual. Por vezes, esse julgamento me parece adequado dependendo do programa que faço. Se perguntarem quais foram meus sentimentos durante o meu serviço, algumas vezes responderia “não sei”, ou simplesmente “nada”. No começo da putaria, só a situação elementar de me despir diante de um desconhecido me proporcionava sensações bem intensas. Ultimamente, percebi como o álcool se tornou fundamental para garantir alguma euforia durante qualquer programa. Esforço-me para que minha atividade não se torne muito mecânica. Caso contrário, não teria nenhuma motivação para continuar nessa vida; afinal não dou prioridade às riquezas que ainda posso conquistar como garota de programa. O meu medo é me tornar um objeto, sempre indiferente às ofensivas sexuais a que meu corpo é exposto. Como foi mesmo que eu me senti?

Fiquei deitada numa mesa com as pernas e os braços um pouco afastados do meu corpo, e lá permaneci o tempo todo parada como se estivesse morta. Ele passou a mão em cada parte de mim, mas disse que apenas o meu rosto lhe interessava. Comentou que eu tinha o semblante de uma boneca, e era esse papel que eu deveria assumir nesse programa. De olhos fechados, apenas sentia suas mãos acariciarem minha face. Seus dedos caminhavam pelos meus lábios e foram entrando na minha boca. Saíram bem molhados, no que ele usou meus cabelos para secá-los.

Em seguida, ele quis arrombar minha boca. Abriu-a até o máximo que minha mandíbula pôde suportar. Observou todos os meus dentes, a gengiva e até mesmo as minhas amídalas. Segurou a minha língua e tentou, sem sucesso, puxá-la para fora. De uma vez, enfiou os cinco dedos e ficou forçando a mão para dentro até conseguir tocar na minha úvula. Permaneci com os lábios semiabertos e foi quando ele me deu um beijo de língua – o qual não retribui –, mordeu meu lábio inferior e depois cuspiu dentro da minha boca.

Levei alguns tapas no rosto, puxadas de cabelo e beliscões nas bochechas. Uma escarrada foi direto no meu olho, que estava fechado, e posteriormente, sinto seu pênis se esfregando no meu rosto e algumas vezes penetrando em minha boca, onde o deixou repousando por alguns minutos. Também cutucou com seu instrumento o meu nariz e o meu ouvido, como se quisesse penetrá-los. Ele se masturbava um pouco e logo depois ficava batendo – algumas vezes de uma maneira bem violenta – o falo na minha cabeça.

Pela terceira vez, ele cuspiu em mim. Quando a saliva ia escorrendo pelo lado, ele começou a lamber o meu rosto como se fosse um animal. E aquela pegajosa língua resvalava pela minha boca e pelas minhas pálpebras. Chupou o meu nariz e introduziu sua língua nas minhas narinas e depois dentro do meu ouvido. Só terminou de me lamber, após deixar meu rosto completamente babado. Voltou a bater continuamente o pau na minha cara e só interrompeu uma vez para se tocar. Gozou consideravelmente, bem no meio da minha face e ainda ordenou que eu continuasse estática. No final do programa, ficou me elogiando, mas nem prestei muita atenção em suas palavras. Apenas lavei meu rosto, peguei minhas coisas e fui embora.

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