Toda a atenção para minha xana!

Estava deitada na cama com as pernas abertas e o quadril levemente arqueado para cima, oferecendo ao espectador ajoelhado um enquadramento de destaque nas minhas partes íntimas. Desta vez, eu também exibia um plug de seis centímetros de diâmetro atolado no meu cu. Mantenho um relacionamento muito próximo e afetivo com meus brinquedos de gente grande, a ponto de ter o costume de andar plugada atrás. Este daí, preenchendo um vazio em minhas entranhas, é um grande companheiro. Além de me dar prazer, também deixa meu rabinho relaxado e hospitaleiro com as diferentes varas presentes no meu ofício. Há algum tempo, resolvi que o plug enfiado no ânus faria parte da minha caracterização como garota de programa. Mesmo os clientes que não me comeram atrás aprovaram meu rabinho recheado.

Carregar um brinquedo dentro de mim serve para estimular a curiosidade do cliente. É o mesmo que dar uma pecinha cilíndrica para uma criança encaixá-la num buraco circular. No jogo para acima de 18, as peças são maiores, com formas geométricas nem sempre bem definidas, e os buracos aparentemente mais estreitos. Sempre espero que meu parceiro queira descobrir como é o objeto escondido no meu bumbum. Como são poucos os potenciais clientes que leem meus posts, não vou me preocupar em conter os spoilers. Eu uso um plug de metal de uns dez centímetros, cuja parte mais grossa tem o formato de uma coxinha e na base, ou seja, a parte que fica para fora, tem um cristal cor-de-rosa. Foi adquirido especialmente para os programas. Muito lindo para mostrar aos clientes, mas um pouquinho pesado para sair andando com ele por aí.

Exibia meu botãozinho de cristal e, para minha surpresa, o sujeito não pareceu dar muita atenção. Demonstrou bastante interesse, é verdade, pela minha xana, por onde sua língua deslizou durante muito tempo. Estava delicioso, entretanto, gostaria de senti-la em outras partes do meu corpo também. Ele poderia lamber o meu cu, que naquela hora estava piscando tanto que quase expeliu o plug. Empinei o meu rabinho para aproximá-lo de sua boca e ainda dei uma reboladinha. Em vez de pedir, prefiro insinuar meus desejos na cama. Identificadas as afinidades, aí sim considero adequado para uma boa profissional fazer pedidos aos clientes. Por exemplo: quando estou de quatro levando estocadas, é comum o cliente dar tapas no meu bumbum. A partir da iniciativa do primeiro tapa, pode apostar que logo menos irei demandar pelo segundo, pelo terceiro mais forte e por mais um, caso ele não tenha notado que pode me bater várias vezes. Se percebo que a empolgação é recíproca, me arrisco a pedir para também baterem no meu rosto, nos seios e na xana.

Nem sempre o resultado de minhas provocações é positivo. O suave movimento pendular do cristal cor-de-rosa parecia não ter propriedades hipnóticas. Ele permanecia deslumbrado pela bocetinha rosinha, lisinha, quentinha e molhadinha. Não dá mesmo para resistir, né? Ok, eu entendo, mas ele já tinha aproveitado bastante, e eu simulado dois orgasmos. Para realmente gozar com sexo oral, preciso sentir e interagir mais com o corpo do meu parceiro. “Quer me chupar, tudo bem! Mas eu posso te chupar também?”. Para mim, a cláusula “felação” sempre constou no contrato sociossexual. Era difícil me imaginar passando pelo constrangimento de implorar por um boquete. Se mesmo assim o cara não aceita, fico emburrada o programa inteiro.

– Posso chupar seu pau também?

– Agora não!

Nunca estou preparada para respostas assim. Sou uma garota mimada que não aprendeu direito a lidar com reações negativas. Paro de gemer e rebolar, fecho a cara – fazendo até biquinho – e o resto do programa torna-se uma má vontade só. O cliente havia adiantado que não me foderia, então mais uma vez, voltei a pensar: “ele poderia lamber o meu cu”. Não sou de pedir práticas polêmicas para quem me contrata. Quando me dão espaço para dizer o que quero, a resposta tradicional é: sexo anal e gozada no rosto e na boca. Determinei para os programas uma zona segura para minha safadeza. Se fosse mais ousada e transparente, suplicaria para ser amarrada, chutada, pisoteada e humilhada das formas mais escabrosas conhecidas pela humanidade. Diante dessas fantasias, uma lambidinha no toba seria um perfeito tranquilizante.

Preciso conhecer as preferências do consumidor para avaliar com segurança os meus pedidos. Conforme fui me profissionalizando, ficou cada vez mais evidente a diferenciação entre sexo e programa, que é o serviço prestado por mim. Neste caso, obviamente, dou prioridades à satisfação do contratante a ponto de abrir mão do meu prazer. Não acho que compense me sacrificar tanto, porém só tenho noção de que o programa é lastimável após o cliente ter acertado meu pagamento. São os ossos do ofício. Lembro-me de quando, no começo da minha carreira, um homem perguntou se eu gostava de beijo grego. Prontamente, respondi que sim, porque na hora imaginei que ele usaria a boca. Foi então que ele ergueu os quadris, abriu as nádegas e expôs o rego peludo. Não sou de recuar em minhas palavras, então fechei os olhos e caí de boca.

Sem muita experiência, os arrependimentos eram recorrentes e inevitáveis. Hoje tudo é bem diferente. Há situações em que o grau de depravação sexual é proporcional ao meu prazer, o que me leva de volta àquele impasse: além de um sexo oral eterno, o que mais o cliente estaria disposto a fazer? Descer a língua para meus glúteos não parecia lhe apetecer, embora meu cuzinho estivesse limpinho, macio e com cheiro de morango. Pensei em lambuzar minha xana com leite condensado ou usar aquelas bombinhas de sucção para deixá-la sobressalente. Logo me convenci de que não valeria o esforço. Se saísse do quarto para pegar as coisas em casa, não iria mais querer voltar. Também era desnecessário expor minhas intimidades para um estranho, cujo rosto mal conseguiria identificar, pois ficara quase o tempo todo escondido entre minhas pernas. Quando faltavam alguns minutos para terminar o programa, simulei um último orgasmo de cortesia e afirmei que havia sido uma chupada inesquecível (porque pareceu durar uma eternidade).

(Sobre a autora, clique aqui)

É tempo de siririca, baby!

Eu não consigo evitar, a minha xana é muito sensível e muito carente! Por isso, preciso ter uma atenção redobrada com ela. Dar um pouco de carinho, trazer-lhe alguma companhia. É desgastante, mas recompensador! Só que ela se tornou muito mimadinha em razão do meu excesso de cuidados. A estratégia é sempre a mesma: fica quentinha, começa a formigar e logo já está um pouco úmida. Pronto, começou! Fecho as pernas, esfrego discretamente o bumbum sobre o assento e já vou procurar o banheiro mais próximo. Minha excitação não é exatamente um movimento espontâneo. Tenho uma grande dificuldade de me concentrar, e os meus palpitantes devaneios sempre seguem alinhamentos pornográficos.

É coisa de biscate, dizem, andar sem calcinha. Para mim, além de tudo, é um hábito; sinto-me bem confortável principalmente quando é possível sentir uma corrente de ar passar por entre as pernas. Este é um dos motivos para gostar tanto de usar saias minúsculas. Além de considerar a vulgaridade um tanto sexy, minha boceta já fica bem acessível se eu precisar afagá-la. Conhecendo a inquietude do meu corpo, antes de sair para qualquer lugar, procuro tomar algumas simples precauções, como sempre ter um vibrador disponível na minha bolsa – quando já não ando com ele dentro de mim. Engana-se quem pensa que seria um pequeno consolo discreto; geralmente, levo um pênis de borracha de uns 17cm. Também é um equívoco acreditar que passo mais de meia hora no banheiro fofocando. Só digo que com certeza estava fazendo algo bem mais interessante durante todo esse tempo.

Eu devo me masturbar pelo menos umas sete vezes por dia. Suspeito que isso seja uma compulsão, mas nada muito grave, já que esse cálculo inclui as vezes em que me toco durante o serviço. Por outro lado, não contabilizei as vezes em que me acaricio inconscientemente. Gosto de andar nua em casa, então tem vezes que estou lendo alguma coisa, ou assistindo televisão, aí olho para baixo e lá está ela: minha mão bolinando meu sexo. Ops… tire a mão daí, sua sem vergonha! É preciso estar sempre alerta. Imagine se num primeiro encontro, quando já me sinto bem à vontade, sem perceber, abro as pernas e deixo minha mão entre elas. De certo, o sujeito acharia que sou uma puta! Ainda assim, não deixa de ser bem excitante. Mas são instantes muito breves e, lamentavelmente, essa quantidade de estímulos não corresponde também ao meu número de orgasmos diários.

(Sobre a autora, clique aqui)

Tentativa frustrada de me passar por santinha

“Ai, meu deus! Que vergonha, que vergonha! Eu achei que estivesse sozinha aqui. Faz tempo que você está aí assistindo eu me tocar? Me desculpe por fazer isso aqui no quarto, mas eu estava sentindo a minha xaninha muito quente, aí eu não consegui me conter, você entende? Estou muito envergonhada agora… é que eu não sei explicar direito o que se passa, só sei que fiquei com vontade de coçar a minha bucetinha. Pode ser que eu esteja com alguma alergia… será que foi por causa da depilação de ontem? Olha aqui, vê se tem alguma coisa de errado na minha xana. Você tem que observar mais de perto! Não! Espera, espera, espera! Deixe-me ver antes como é que está o cheirinho dela. Bom, vou ter que prová-la. Vire para lá, porque eu não quero que veja isso! Hmmm… sinceramente, para mim o gostinho está muito, muito bom! E aí, você também gostaria de experimentar? Eu vou abrir bem devagar as minhas pernas e você lambe só um pouquinho, viu? Seja rápido, antes que alguém chegue e ache que a gente está fazendo alguma coisa errada. Ah, é uma sensação tão gostosa! Mas pronto, já chupou demais! Nessas horas me sobe um arrepio e as minhas pernas começam a tremer, o meu coração acelera… nossa! Tenho que fechar as pernas agora, agora, agora! O que será que você está pensando de mim? Eu não sou esse tipo de menina pervertida, eu juro que não sou! Eu não estava pensando em sacanagem enquanto me tocava. Na verdade, eu só fiz sexo duas vezes na vida: uma vez com o meu primo e outra com o meu ex-namorado. Eu não gosto muito de transar porque dói bastante. Eu realmente não sabia que o pinto dos homens era tão grande assim. E como você viu, a minha xana é pequenininha, toda delicada. Um pouco gordinha também, não? Eu gosto de coisas gordinhas porque dá vontade de apertar e não largar nunca mais! Aperte um pouquinho ela também; sente só como ela é macia. Ops, ela está um pouco molhada, quer dizer, suada, porque hoje está muito calor. Eu não estou mais – como eu poderia dizer – excitada. É o calor! Aí eu resolvi tirar a calcinha para arejar um pouco; você sabe como é, né? Não, na verdade não sabe, porque você não tem uma xana, mas se tivesse iria ver como ela transpira. Hmmm… sinto que estou falando muita bobagem, não é mesmo? Não, deixe de lado essas gentilezas, eu sei quando estou incomodando. É melhor eu ir embora. Por favor, você pode pegar a minha calcinha, que deixei em cima da sua cama? Muito obrigada! Esse dinheiro que está em cima da mesinha é para mim? Ah, sim! Muito obrigada de novo! Ah! Posso te pedir uma coisa antes de ir embora? Você promete que não vai contar para ninguém que me viu fazendo aquilo? Ok! Vai ser um segredinho só nosso! Beijinhos e bye, bye!”*

*Baseado num programa real.

(Sobre a autora, clique aqui)